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O Mundo Sertanejo

Henrique e Diego


Diego Barros da Silva e Luiz Henrique Teixeira nasceram em Mato Grosso, mas o destino só os uniu em 2002. Henrique fazia parte de uma banda de pagode que precisou de mais um integrante, foi então que conheceu Diego. A empatia logo se transformou em uma grande amizade e em 2005 eles resolveram sair da banda e formar uma dupla sertaneja.
 

O primeiro DVD da dupla foi gravado em 2012. Em 2014 eles gravaram o segundo DVD “Henrique & Diego – Tempo Certo Ao Vivo em Campo Grande”, que teve a participação de César Menotti & Fabiano, Thiago & Donizeti e Turma do Pagode e Mc Guimê. O destaque ficou por conta desse último, com sua participação na música “Suíte 14”.
 

Lançada somente na internet em novembro do ano passado, a música logo se tornou um sucesso de visualizações. Em apenas dois meses o vídeo atingiu 5 milhões de views. Hoje já são mais de 15 milhões. Confira abaixo o clipe da música que está agitando a galera.

Vídeo

Henrique & Diego - "Suite 14"



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22-05-2015

As aparências enganam.

Num orfanato, igual a tantos outros, havia uma pobre órfã, de oito anos de idade.   
Era uma criança triste e sem encantos, de maneiras desagradáveis, evitada pelas outras, e francamente malquista pelos professores.
Por essa razão, a pobrezinha vivia no maior isolamento. 
Ninguém para brincar, ninguém para conversar. 
Sem carinho, sem afeto, sem esperança. Sua única companheira era a solidão.
O diretor do orfanato aguardava ansioso uma desculpa legítima para livrar-se dela. 
E um dia apresentou-se, aparentemente, uma boa desculpa. 
A companheira de quarto da menina informou que ela estava mantendo correspondência com alguém de fora do orfanato, o que era terminantemente proibido.
- Agora mesmo, disse a informante, ela escondeu um papel numa árvore.
O diretor e seu assistente mal puderam esconder a satisfação que a denúncia lhes causara.
- Vamos tirar isso a limpo agora mesmo, disse o superior.
E, somando-se ao assistente, pediu para que a testemunha do delito os acompanhasse a fim de lhes mostrar a prova do crime.
Dirigiram-se os três, a passos rápidos, em direção à árvore na qual estava a mensagem.
De fato, lá estava um papel delicadamente colocado entre os ramos.
O diretor desdobrou, ansioso, o bilhete, esperando encontrar ali a prova de que necessitava para livrar-se daquela criança tão desagradável aos seus olhos. 
Todavia, para seu desapontamento e remorso, no pedaço de papel um tanto amassado, pôde ler a seguinte mensagem: "A qualquer pessoa que encontrar este papel: eu gosto de você".
Os três investigadores ficaram tão decepcionados quanto surpresos com o que leram. 
Decepcionados porque perderam a oportunidade de livrar-se da menina indesejável, e surpresos porque perceberam que ela era menos má do que eles próprios. 
"Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia."



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Galo Frederico